Crise, pandemia e empresas.

Como sobreviver à crise no segundo ano de pandemia

Sabe o que os empreendedores têm feito após um ano de pandemia? Confira os melhores caminhos para sobreviver à crise!

A pandemia que se iniciou no primeiro trimestre de 2020 completou seu primeiro ano. Além das duras perdas de milhões de vidas em todo o mundo, o coronavírus representou também um grande revés no cenário econômico mundial. Uma das principais vítimas foi o pequeno e médio empreendedor, que teve que se adaptar à nova realidade para conseguir sobreviver à crise.

Fechamento do comércio, distanciamento social, lockdown, redução na circulação de pessoas e redução do poder de compra do consumidor foram apenas algumas parcelas dessa conta, que no fluxo de caixa do empresário, não fecha.

Diante desse cenário, as empresas precisaram se reinventar para sobreviver. Após um ano de pandemia, vamos discutir quais foram as principais adaptações e tendências praticadas entre os pequenos e médios empreendedores!

O cenário das pequenas e médias empresas após o primeiro ano de pandemia

Uma pesquisa realizada pelo Sebrae sobre o impacto da pandemia do coronavírus nos pequenos negócios revelou que 31% dos empreendedores ajustaram o funcionamento para tentar manter a saúde financeira. Mais de 58% precisaram interromper o funcionamento por um tempo.

O estudo apontou que a maior parte das empresas não estava em uma situação confortável mesmo antes da crise. Apenas 26,6% afirmaram que o negócio estava financeiramente bom, enquanto cerca de 73% avaliaram as finanças do próprio negócio como razoável ou ruim. Assim, a crise da pandemia atenuou problemas que já estavam instalados. A maioria das empresas não estava preparada para esse baque.

Por outro lado, a pandemia teve um efeito contrário em outros segmentos. Segundo a Pesquisa Pulso Empresa: Impacto da Covid-19 nas empresas, do IBGE, 28,6% das empresas apontaram resultados positivos nos negócios.

Apesar de o primeiro ano de pandemia ter fechado com o surgimento da segunda onda de transmissão, com um significativo aumento de casos, a maior parte do empresariado é otimista. Uma pesquisa da Serasa Experian apontou que 90% das micro, pequenas, e médias empresas têm enxergado potenciais na pandemia. 32% ainda acreditam em sua retomada em até seis meses.

Principais adaptações feitas pelo pequeno e médio empreendedor

Para sobreviver, as empresas tiveram que lançar mão de diversas estratégias práticas e rápidas. Segundo a pesquisa supracitada do Sebrae:

  • 41,9% apostaram nas vendas online ou delivery;
  • 41,2% reduziram sua jornada de trabalho;
  • 21,6% migraram seus funcionários para o home office;
  • 15,3% fizeram rodízio de funcionários;
  • 5,9% passaram a fornecer o serviço de drive-thru.

No segundo ano da pandemia, as empresas continuam a remodelar seus negócios. Diversas empresas já estão criando seus sistemas de delivery, seja em plataforma própria, seja em marketplaces.

Além disso, os empreendedores estão reaprendendo a se relacionar com seus clientes nessa nova realidade. Tanto pela impossibilidade de sair de casa quanto pela necessidade de vender de forma remota, é possível ter um movimento maior de empresas que intensificaram sua gestão de mídia paga e orgânica, seja em motores de busca, seja em redes sociais.

Que estratégias podem ser usadas para vencer a crise?

Diante de um cenário tão caótico, diversos empreendedores implementaram ações muito eficazes para reduzir o impacto econômico gerado pela pandemia. Eles têm se reinventado e inovado para manterem a entrada de receita no negócio. Estas mesmas estratégias podem ser utilizadas pela sua empresa.

Novos canais de vendas e interação

A pandemia e as consequentes medidas restritivas potencializaram o crescimento do comércio online. Assim, os canais digitais seguem em alta, como aplicativos, redes sociais, plataformas de marketplaces. 

Assim, mesmo com medidas restritivas, é possível continuar faturando com as vendas online. Existe uma infinidade de plataformas, como Mercado Livre, Shopee e OLX, que permitem cadastrar produtos e já fazer as vendas, em troca de um pequeno percentual da transação.

Também é possível fornecer seus produtos pelas redes sociais realizando lives de vendas, postando produtos e se mantendo conectado com seu público, ou divulgar sua marca por meio da mídia paga.

Redução de despesas

É preciso dispensar todos os gastos que não são essenciais ao negócio. Muitos dos serviços podem ser substituídos por alternativas mais baratas ou até mesmo gratuitas, como contas digitais para pessoa jurídica, livres de taxas de manutenção.

Trabalho remoto

Com a pandemia, cresceu o número de profissionais em home office. Embora neste segundo ano haja uma tendência com a volta à normalidade, esse modelo apresenta fortes indícios de permanecer em muitas empresas.

O home office permite não só a redução de custos com transporte, mas também garante maior independência e satisfação ao funcionário.

Incentivos do governo

O Governo tem criado uma série de medidas que tentam dar suporte aos empreendedores. Embora boa parte desses programas estejam ligados à concessão de linhas de crédito, também há medidas que reduzem custos trabalhistas e abrandam alguns impostos.

Medidas de proteção

Em muitos casos, a principal medida que é necessário adotar está relacionada a boas práticas de higiene e prevenção. Por exemplo, manter o distanciamento, evitar aglomerações e higienizar as mãos com álcool em gel reduz as chances de contágio e protege clientes e funcionários.

Talvez o impacto da pandemia nas empresas tenha atingido sua empresa. Se esse for o caso, siga os melhores exemplos e reinvente seu negócio. Esse é o melhor caminho para vencer a crise atual.


Chegou o momento de os empreendedores olharem para o mercado e identificarem novos canais e oportunidades. É preciso se permitir ao erro para apostar nas estratégias e fazer ajustes rápidos. Esse é o caminho para a sobrevivência do seu negócio.

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